Eleições 2018: Resultado Final de Nossa Enquete no Twitter

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Falsidade: uma (quase) necessidade em nossos dias

A falsidade tornou-se um alimento indispensável para uma parcela da população.

Estamos gerando indivíduos extremamente frágeis, incapazes e que não sabem lidar com nenhum tipo de frustração.

Criados numa redoma de cristal, são frutos de um “sistema pedagógico” baseado em trocas, barganhas e vantagens, entretanto sem o mínimo de disciplina.

Punir tornou-se sinônimo de maus tratos.

São adultos inseguros; adolescentes sem nenhuma auto estima; relacionamentos que surgem com a promessa de preencher os vazios; até filhos tornaram-se um tipo de refúgio – uma forma inconsciente de sentir-se protegido ante o desprezo e a solidão.

Numa sociedade extremamente competitiva tal vez não haja tempo para pensar no outro – imagine cuidar.

É bem verdade que nas últimas décadas evoluímos bastante.

Tradições, conceitos e preconceitos quebrados; avanço tecnológico sem precedentes; maior possibilidade expressão por todos os meios possíveis.

Enfim, avançamos muito!

Entretanto, em alguns aspectos de nossa construção antropológica involuímos – isso mesmo, não foi um erro de digitação!

Houve uma significativa regressão em nossa formação como indivíduos sociáveis, principalmente quando se fala de personalidade e relações interpessoais.

Tenho muito a discorrer sobre essa temática.

Nos próximos posts abordarei algumas áreas que involuímos nas últimas três décadas.

© Airam F. Tuzla

 

O Compreensível e o Intolerável

Desprezar alguém por ser gay ou por ser lésbica é, para mim,
intolerável. No entanto, na nossa sociedade, essa parece ser uma atitude comum, corriqueira, talvez mesmo “compreensível”.

Conviver com um sistema de leis, de normas e de preceitos jurídicos, religiosos, morais ou educacionais que discriminam sujeitos porque suas práticas amorosas e sexuais não são heterossexuais é, para mim, intolerável.

Mas esse quadro parece representar, em linhas mais ou menos gerais, a sociedade brasileira. Por isso, sinto-me autorizada a afirmar que a sexualidade ou as tensões em torno da sexualidade constituem-se numa questão que vale a pena colocar em primeiro plano.

As formas de viver a sexualidade, de experimentar prazeres e desejos, mais do que problemas ou questões de indivíduos, precisam ser compreendidas como problemas ou questões da sociedade e da cultura.

Estou convencida de que é relevante refletir sobre tudo isso. É
relevante refletir sobre as possibilidades e as impossibilidades que essa cultura coloca para a sexualidade. É relevante refletir sobre os modos como se regulam, se normatizam e se vigiam os sujeitos de diferentes gêneros, raças e classes nas suas formas de experimentar prazeres e desejos; refletir sobre as práticas que tais sujeitos põem em ação para responder a esses desejos, as práticas que acionam para se constituírem como homens e mulheres.

Penso que podemos dialogar em torno de alguns conceitos ou referências recorrentes na pesquisa e no ensino no âmbito dos estudos de gênero, sexualidade e de educação sexual e espero que esse diálogo possa contribuir, de algum modo, para o fortalecimento desse campo que é, assumidamente, plural.

Cultura e Personalidade

Como participante de uma sociedade e de uma cultura, a pessoa é portadora de caracteres constitucionais (biopsicológicos) e de experiência sociocultural próprios.

Isso lhe confere um tipo de personalidade que vai determinar ações e reações, pensamentos e sentimentos, enfim, o seu comportamento na busca de melhor adaptação aos valores socioculturais do grupo.

“Indivíduo, sociedade e cultura são três aspectos inter-relacionados, indispensáveis na análise do comportamento humano.”

© Antropologia – Uma Introdução (Editora Atlas, São Paulo)

Apenas três em cada dez eleitores conhecem novo prefeito de SP, diz Datafolha

O tucano Bruno Covas ainda é desconhecido por 70% do eleitorado, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18).

Uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra que apenas três em cada dez moradores da cidade de São Paulo conhecem o atual prefeito Bruno Covas (PSDB).

Covas assumiu a chefia do executivo municipal no dia 6 de abril após João Doria renunciar ao cargo para participar das eleições para o governo do estado. Ele foi eleito como vice-prefeito e tomou posse no dia 1º de abril de 2017.

A pesquisa perguntou quem é o prefeito de São Paulo sem apresentar opções. O tucano foi identificado como prefeito por 30% dos entrevistados. Os outros 70% disseram não saber informar quem comanda a cidade. Desses 70% que não acertaram a respostas, 62% deram respostas equivocadas e 2% disseram que o prefeito era João Doria (PSDB). Covas também foi citado como neto do ex-governador Mário Covas. Outros 6% deram outras respostas.

O prefeito é mis conhecido entre os homens do que entre as mulheres. Enquanto 38% dos eleitores do sexo masculino acertaram seu nome, apenas 23% das mulheres responderam corretamente.

Bruno Covas é mais conhecido entre a população mais rica. Dos entrevistados que têm até 2 salários mínimos de renda familiar mensal, apenas 15% o reconheceram. Dos que recebem de 5 a 10 salários, 47% acertaram o nome do novo prefeito. Já entre os que ganham mais de dez salários, 64% conhecem Bruno.

O Datafolha ouviu 1.031 eleitores do município na semana passada. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Popularidade

Entre os eleitores, 27% tem expectativa de que Covas fará um “ótimo ou bom” governo e 20% esperam que sejam “ruim ou péssimo”. Outros 40% acreditam que a administração será “regular” e 13% “não sabem”.

A substituição de Covas por Doria não trará benefícios e nem prejuízos para a cidade para 60% dos eleitores. Para 19% a população será beneficiada com a mudança e 17% acredita que a população será beneficiada pela troca. Outros 3% não souberam dizer.

Educação à Distância e a crítica elitista

“Os críticos da aprendizagem a distância estão
mentalmente engessados, presos a uma visão ultrapassada
da educação, nostálgica e confusa. Percebendo
que o paradigma educacional está em mudança
no mundo todo, e incapazes, eles mesmos, de
buscar novas formas de aprender e de trabalhar, revelam
sintomas que podem ser agrupados sob a designação
de Síndrome de Paralisia Paradigmática.”

© Fredric M. Litto

Um Brasil nada original

“Herdeiros de uma tradição educacional precária, sem originalidade e elitista, desconhecedores
de línguas estrangeiras, cujo domínio lhes permitiria
acompanhar estreitamente as inovações científicas,
tecnológicas e culturais desenvolvidas em
países que se destacaram em inovações, muitos
brasileiros imaginam que suas próprias crenças e
seus valores são compartilhados universalmente.”

Para uma melhor abordagem do tema, sugiro a leitura do e-book a seguir. Disponível para download, gratuitamente, formato PDF.

capa
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Igualdade e Diferenças

Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.

© Boaventura de Sousa Santos

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